sábado, 10 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Resultado do Concurso de Marcadores da Semana da Leitura
A propósito das comemorações da Semana da Leitura 2012 que decorreu no Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva de 5 a 9 de março, a Biblioteca do Centro Escolar N.º 2 lançou o desafio aos alunos do 3.º E e F de conceberem em paint um desenho alusivo ao tema da solidariedade e cooperação e que foi também o mote para os trabalhos desenvolvidos nesta semana de comemoração do livro e da leitura, servindo estes desenhos para ilustrar marcadores alusivos à Semana da Leitura e divulgar o novo Blog da Biblioteca Escolar do Centro Escolar Nº2.
A vencedora deste Concurso, em que se pretendeu também recorrer ao uso das novas tecnologias, foi a aluna Thamires Azevedo do 3.º F que recebeu ainda um magnífico livro da Coleção Portugal: dez séculos de Histórias . Muitos Parabéns Thamyres!
Confiram a qualidade do trabalho desta aluna!
Atribuiu-se ainda uma menção honrosa à aluna Carolayne Benvindo, também do 3.º F, pelo seu trabalho que também apresentou muita qualidade e criatividade. Parabéns Carolayne!
A equipa da BE agradece a participação de todos!
A vencedora deste Concurso, em que se pretendeu também recorrer ao uso das novas tecnologias, foi a aluna Thamires Azevedo do 3.º F que recebeu ainda um magnífico livro da Coleção Portugal: dez séculos de Histórias . Muitos Parabéns Thamyres!
Confiram a qualidade do trabalho desta aluna!
Atribuiu-se ainda uma menção honrosa à aluna Carolayne Benvindo, também do 3.º F, pelo seu trabalho que também apresentou muita qualidade e criatividade. Parabéns Carolayne!
A equipa da BE agradece a participação de todos!
quinta-feira, 8 de março de 2012
O Príncipe feliz
Inserida nas atividades da Semana da Leitura 2012, cujo mote pôs o acento nos temas da solidariedade e da cooperação, foram levadas a cabo sessões de promoção da leitura para seis turmas de dois níveis de ensino intituladas "Teatro de Sombras: O Príncipe Feliz".
Esta tocante história de amor saída da pena do maravilhoso e inigualável escritor Irlandês Oscar Wilde, comoveu profundamente aquelas que a ouviram e a seguiram num encantador teatro de sombras.
Uma história de amor supremo foi ressuscitada.
Quando duas almas se unem para praticar o bem.
Altruísmo, Abnegação, Sonho, Magia, Bondade, Misericórdia, Beleza, Pureza, Sacrifício, Valores Intemporais.
Nada nem ninguém poderá deter o Amor verdadeiro. O amor Verdadeiro transborda para os que o presenciam.
Uma história de Amor e sacrifício que jamais será esquecida entre uma sonhadora Andorinha e um Príncipe Misericordioso.
A mais bela história de amor escutada por seres igualmente inocentes e belos.
Quando duas almas se unem para praticar o bem.
Altruísmo, Abnegação, Sonho, Magia, Bondade, Misericórdia, Beleza, Pureza, Sacrifício, Valores Intemporais.
Nada nem ninguém poderá deter o Amor verdadeiro. O amor Verdadeiro transborda para os que o presenciam.
Uma história de Amor e sacrifício que jamais será esquecida entre uma sonhadora Andorinha e um Príncipe Misericordioso.
A mais bela história de amor escutada por seres igualmente inocentes e belos.
Aqui ficam alguns testemunhos de algumas alunas do 4.º G do Centro Escolar N.º2:
Era uma vez um príncipe feliz. Quando morreu fizeram-lhe uma estátua em ouro.
Uma andorinha tinha-se apaixonado por um junco e por isso não viajou com as suas amigas para o Egipto. Quando se fartou do junco resolveu ir para a cidade e lá abrigou-se nos pés da estátua do Príncipe Feliz. Enquanto lá estava sentiu cair três gotas de água que vinham dos olhos do Príncipe Feliz, ele estava a chorar. Ela perguntou-lhe porque estava a chorar e ele respondeu-lhe que era da miséria que existia na cidade.
O Príncipe Feliz perguntou à andorinha se esta o podia ajudar, ela respondeu que sim. Ele pediu-lhe que lhe retirasse os seus olhos que eram duas safiras, a ponta da sua espada que era um rubi e pedaços da sua cobertura que era de ouro e os distribuísse por quem precisasse pois eram coisas valiosas.
Para ajudar o príncipe a andorinha nunca partiu para o Egito, acabando por morrer junto aos pés da estátua do Príncipe Feliz.
Como a estátua estava muito feia retiraram-na da cidade e queimaram-na, mas o coração do príncipe que era feito de bronze não derreteu, então colocaram o coração no lixo onde estava a andorinha.
Deus pediu a um dos seus anjos que lhe trouxesse as duas coisas mais importantes da cidade. O anjo trouxe-lhe o coração do Príncipe Feliz e a andorinha. Deus disse-lhe que ele tinha feito a escolha certa, pois a andorinha cantaria para sempre no Jardim do Paraíso e o Príncipe Feliz ficaria eternamente na sua Cidade de Ouro.
Moral da história: quem ajuda os outros é sempre recompensado.
Inês Clemente 4.º G
Em tempos remotos, numa cidade no norte da Europa, havia uma estátua muito importante em que toda a gente reparava. A estátua era coberta de ouro maciço e de cobre, era a estátua do Príncipe Feliz.
E na floresta as andorinhas já estavam prontas para viajar, quando a andorinha mais tola decidiu ficar. Mas ela ficou por um motivo: estava apaixonada por um junco, e ficou. Mas passado alguns dias a andorinha percebeu que era uma estupidez estar apaixonada por uma planta. Então decidiu ir embora, mas fazia muito frio e a andorinha abrigou-se na estátua do Príncipe Feliz. E ao deitar-se caiu-lhe uma gota em cima da cabeça e logo de seguida outra, e assim sucessivamente, até que a andorinha reparou que o que lhe tinha caído em cima eram as lágrimas de tristeza da estátua do Príncipe Feliz. A andorinha perguntou-lhe porque chorava e o Príncipe respondeu que era de ver tanta miséria. O Príncipe pediu à andorinha que a ajudasse a acabar com a miséria naquela cidade. A andorinha disse que sim e ajudou muitas pessoas. E para fazer com que as pessoas pudessem ser felizes, o Príncipe Feliz deu até os seus olhos e ficou cego!
Até que a andorinha e o príncipe morrem. E Deus pede aos seus anjos as duas coisas mais especiais na cidade e essas duas coisas eram a andorinha e o coração do Príncipe Feliz.
Ana Gomes 4.º G
Um dia numa velha praça estava presente uma estátua de um príncipe. Passado alguns dias pousou aos pés da estátua uma linda andorinha que ia para o Egito.
Era a sua última oportunidade, pois queria convencer um junco a acompanhá-la na sua viagem. De repente a andorinha notou que caíam algumas lágrimas. Então perguntou-lhe porque chorava e o príncipe respondeu que estava a chorar por causa da miséria que via na cidade. Quando o príncipe reinava não conseguia ver a miséria por causa dos altos muros do seu castelo. Ela dizia que não podia fazer nada. Mas o Príncipe Feliz pediu-lhe que levasse o rubi da sua espada para uma casa grande e velha. Quando a andorinha voltou para junto dele, o Príncipe pediu-lhe que levasse uma safira dos seus olhos a um escritor doente e tão pobre que não conseguia pagar os remédios. Quando regressou, o Príncipe disse-lhe para tirar o outro olho para socorrer uma menina que andava a vender fósforos e se voltasse para casa sem nada o pai castigá-la- ia. Agora ele estava cego e a andorinha não o podia deixar sozinho e então caiu a seus pés.
No dia seguinte a andorinha morreu e a seguir passou por ali o presidente da Câmara e os seus empregados que repararam na sujidade da estátua e mandaram pô-la no forno para fundir, mas coração do príncipe não derretia. O presidente exclamou que iriam fazer outra estátua mas de si próprio. Depois os seus empregados discutiram sobre de quem deveria ser a estátua.
Moral da história: Não há dúvida que a amizade e o amor, devem prevalecer em tudo o que nos rodeia. Esta história revela uma lição de humildade e de amor ao próximo.
Inês Ascenso 4.º G
No dia dois de março, sexta-feira, a minha turma e eu fomos ouvir uma história à Biblioteca Escolar que se chamava “O Príncipe Feliz” de Oscar Wilde . Falava-nos de um príncipe que era feliz enquanto era vivo, mas que ficou triste quando morreu e ficou numa estátua.
Na primavera uma andorinha aproximou-se de um junco e rapidamente se apaixonou por ele. Era um amor ridículo. O junco ao fazer-lhe uma vénia a andorinha pensava que o junco se estava a recusar a namorar com ela, então a andorinha saiu de lá triste. Encontrou a estátua do Príncipe Feliz que era de ouro e o príncipe começou a chorar por ver as pessoas na miséria e então mandou o pássaro fazer todas as pessoas felizes, arrancando os rubis e outras peças valiosas do corpo dele.
Moral da história: Eu aprendi que o amor não é só por um dia, o amor é eterno.
Mafalda Correia 4.º G
Era uma vez um príncipe que se chamava Príncipe Feliz. Um dia um pássaro passou ao pé da estátua dele e viu que ele estava a chorar. Um dia o Príncipe Feliz viu muitas crianças a sofrer. O príncipe pediu ao pássaro para lhe tirar os diamantes e ir dar a uma costureira. O pássaro retirou e foi dá-los a uma costureira porque ela tinha o filho muito doente. O pássaro não podia ficar mais tempo com o Príncipe Feliz porque estava a chegar o inverno.
Depois tinha passado uma vendedora de fósforos que deixou cair os fósforos. E o príncipe deu-lhe um olho para o pai não ralhar com ela. Um dia um senhor que fazia o jornal viu uma andorinha no inverno e queria escrever sobre isso, só que não sabia de nada. Depois o Príncipe Feliz disse-lhe para lhe tirar o outro olho e a capa de ouro. E ela tirou e foi dar ao escritor. O presidente disse que era uma estátua tão feia. O presidente disse que deviam fazer era a estátua dele e os outros conselheiros também queriam.
O pássaro morreu aos pés do Príncipe. E o Príncipe ficou feliz.
Raquel Afonso
4.º G
Era uma vez uma pequena andorinha
que se apaixonou por um junco, mas passado algum tempo percebeu que ele não era
o parceiro ideal para ela. Ficou triste e desesperado e então foi pousar nos
pés da estátua de um príncipe.
Mas ali estavam a cair gotas de água.
Ela sobrevoou a estátua e viu que a estátua estava a chorar. Então perguntou o
que se passava e o príncipe lá lhe explicou o que se passava. Era inverno, ela
tinha frio e queria ir para o Egito, mas teve pena do príncipe e decidiu ajudá-lo.
E assim foi, ela ajudou-o a tirar alguma miséria da cidade. Ela viveu durante algum
tempo mas acabou por falecer.
Moral da história: Eu aprendi com esta história que todos
devemos ser amigos.
Pedro Siopa 4.º G
Era uma vez uma andorinha que
andava a passear. Ficou de noite e ela abrigou-se aos pés da estátua do
Príncipe Feliz. Caiu-lhe uma gota, caiu-lhe a segunda e a terceira gota, e a
andorinha estranhou e viu o príncipe feliz a chorar. Ele estava a chorar porque
ele via a pobreza e ficava triste. Ele mandou a andorinha tirar-lhe um
dos seus olhos e dá-lo a um menino que estava doente, depois mandou tirar o outro olho e a
andorinha tirou o outro olho e voltou a dá-lo, mas o príncipe continuou triste.
Depois a cobertura de oiro caiu e foi distribuída pelos pobres.
Carlota Fróis 4.º G
Era uma vez um príncipe feliz que
vivia num castelo. O príncipe feliz era uma estátua. Parou uma andorinha em
cima do ombro do príncipe feliz e a andorinha levantou a pata para dizer olá e
o príncipe ficou logo apaixonado pela andorinha e disse olá, e eles começaram a
falar. A andorinha dormiu lá todas as noites até ao outono e a andorinha
perguntou se lhe podia dar um beijinho na mão e ele respondeu: “Não, podes é
beijar-me nos lábios e quando a andorinha o beijou caiu e morreu. E ele passou
a ser o príncipe triste.
Manuel Correia 4.º G
Era uma vez uma andorinha que se
apaixonou por um junco. Estava na hora de partir para África e a andorinha
queria levar o junco com ela mas viu que ele estava preso ao chão. Então pôs-se
a noite e a andorinha viu uma coisa no alto de uma torre e foi lá abrigar-se. Sentia-se
só, as amigas dela já tinham partido.
De repente sentiu uma gota,
depois sentiu outra, à terceira estava completamente encharcada e ficou
furiosa. Era a estátua do Príncipe Feliz que estava a chorar por ver tanta
miséria naquela cidade. Propôs-lhe uma coisa, duas coisas, três coisas. À quarta
proposta o Príncipe Feliz estava na miséria. Então mandaram queimar a estátua do
Príncipe Feliz mas o seu coração de chumbo não derreteu.
Moral da história: Aprendi com
esta história a ser bondosa para ajudar
as pessoas mais pobres
Leonor Fernandes 4.º G
segunda-feira, 5 de março de 2012
Uma Aventura em Rio Maior
No dia cinco de março de 2012, início da Semana da Leitura - que decorreu de 5 a 9 de Março de 2012 - no Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva, teve lugar a atividade “A ler com…” que teve como convidada de honra a Professora e Escritora Ana Maria Magalhães.
Com uma obra que conta com mais de uma centena de livros, Ana Maria Magalhães dispensa apresentações, não sendo nunca por demais referir o seu inestimável contributo para a literatura infanto-juvenil. A sua dedicação aos alunos ao longo de trinta e nove anos de ensino e a sua dedicação à coisa pública são também a todos os níveis admiráveis. Ana Maria Magalhães, na famosa dupla que estabeleceu com Isabel Alçada, contribuiu significativamente para a formação de novos leitores ao longo de várias gerações que com ela descobriram o prazer da leitura.
Querendo de alguma forma retribuir as muitas horas de aventura que Ana Maria Magalhães lhes proporcionou, alunos de todos os ciclos de ensino do Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva surpreenderam a nossa convidada com um espetáculo baseado nas suas obras mais emblemáticas.
A manhã do dia 5 de Março iniciou-se com um especial agradecimento por parte do Coordenador das Bibliotecas Escolares, Dr. Humberto Novais, a todos os professores e alunos que tornaram possível este encontro. Deixou também um especial agradecimento à Câmara Municipal pela disponibilização do Cineteatro de Rio Maior, palco desta comemoração da leitura e desta festa da palavra.
Os primeiros alunos a pisarem o palco foram os alunos António Silva e Pedro Siopa do 4.º G do Centro Escolar N.º 2 que leram o conto “Um pombo curioso” da coletânea Contos de um mundo com esperança, uma generosa contribuição de Ana Maria Magalhães e Isabel Calçada para a Amnistia Internacional.
Seguiu-se o teatro de fantoches “A cegonha e a tartaruga” realizado a partir do livro As três fábulas, também de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, e levado a cabo pelas alunas monitoras da BE do Centro Escolar N.º 2: Inês Ascenso, Inês Clemente, Carlota Gonçalves, Mafalda Correia e Leonor Fernandes. Um grande obrigada também à Educadora Lurdes Correia de cujas mãos saíram estes enternecedores fantoches.
Na sequência da leitura e exploração da obra Uma aventura na Quinta das Lágrimas nas aulas de Língua Portuguesa, a atuação seguinte foi da responsabilidade dos alunos do 5.º B que nos transportaram para Coimbra, a cidade onde todos somos poetas e que serviu de ninho de amor à paixão imortal de Pedro I e Inês de Castro.
Estes amores proibidos foram revividos por lindíssimos fantoches trajados à época. Numa aguarela medieval, a terceira parte da atuação culminou com uma feérica dança dos amantes marionetas que “só queriam ser felizes sem fazer mal a ninguém. O seu amor era total e tal paixão tornou-se lenda de alcance mundial.”
De louvar a dedicação e o empenho das Professoras Manuela Aranha e Paula Lourenço que tornaram possível este emocionante regresso ao passado. Agradecemos também a participação dos alunos Gonçalo Simões, Rui Araújo, Rúben Morgado, Rita Martins, Maria Barbosa, Francisca Tiago, Sara Miranda, Bárbara Marques, Diogo Antunes, Beatriz Santo, Francisco Cerveira e Isa Carvalho.
Seguiu-se depois o Concurso de Leitura “Aventura-te na Quinta das lágrimas” da responsabilidade da Biblioteca Escolar e que teve como destinatários as turmas do 7.º B, 7.º C, 7.º D e 7.º E. O júri foi composto pelas Professoras Sandrina Ribeiro e Cristina Santos. A dupla que se sagrou vencedora, composta pelos alunos Lucas Fonseca e Beatriz Silva do 7.º B, recebeu ainda um certificado de participação e um livro oferecido pela Biblioteca Escolar.
Sob orientação da Professora Cristina Santos, Ana Rita e Telmo Tinta do 7.º B procederam ainda respetivamente à leitura de um excerto de Uma aventura no Egito e de um poema de José Jorge Letria - “Esta Língua Portuguesa”. Ambas as leituras foram acompanhadas por Bruno Fernandes e Guilherme Martins à viola e por Maria Clara na flauta transversal. Deixamos aqui um aplauso fortíssimo ao aluno Lucas Fonseca, que para além da vitória obtida no Concurso de Leitura, cantou e acompanhou ao piano o tema musical de “Uma Aventura”, a cujo refrão a plateia não resistiu a juntar-se.
No posterior momento de interação com a Escritora, em que o tempo não foi suficiente para responder às infindáveis questões dos alunos, a escritora apresentou a sua última aventura literária - Uma Aventura no Sítio Errado -, cuja publicação terá lugar já no próximo dia 13 de março. Um dos primeiros exemplares deste excelente livro “para despertar ou aprofundar o gosto pela leitura, na escola ou em casa”, foi generosamente oferecido pela nossa convidada a um dos alunos do Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva. A Escritora deixou à Biblioteca Escolar a tarefa de encontrar esse aluno que simbolicamente representará todos, pelo que na Biblioteca Escolar da escola sede se deu já início ao sorteio do mesmo. Esse aluno ou essa aluna apenas terá que preencher uma ficha de candidatura e fazer figas para conhecer esta aventura em primeira mão.
A atividade terminou com a simpática intervenção da Ex.ª Sr.ª Vereadora da Educação, Dr.ª Sara Fragoso, que partilhou com os alunos algumas das suas memórias pessoais, nomeadamente o livro que a “agarrou à leitura”.
Este encontro com Ana Maria Magalhães pretendeu contribuir para o desenvolvimento dos hábitos de leitura dos mais jovens e foi, indubitavelmente, uma belíssima maneira de iniciar a 6.ª Edição da Semana da Leitura.
Obrigada, Dr.ª Ana Maria Magalhães!
Com uma obra que conta com mais de uma centena de livros, Ana Maria Magalhães dispensa apresentações, não sendo nunca por demais referir o seu inestimável contributo para a literatura infanto-juvenil. A sua dedicação aos alunos ao longo de trinta e nove anos de ensino e a sua dedicação à coisa pública são também a todos os níveis admiráveis. Ana Maria Magalhães, na famosa dupla que estabeleceu com Isabel Alçada, contribuiu significativamente para a formação de novos leitores ao longo de várias gerações que com ela descobriram o prazer da leitura.
Querendo de alguma forma retribuir as muitas horas de aventura que Ana Maria Magalhães lhes proporcionou, alunos de todos os ciclos de ensino do Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva surpreenderam a nossa convidada com um espetáculo baseado nas suas obras mais emblemáticas.
A manhã do dia 5 de Março iniciou-se com um especial agradecimento por parte do Coordenador das Bibliotecas Escolares, Dr. Humberto Novais, a todos os professores e alunos que tornaram possível este encontro. Deixou também um especial agradecimento à Câmara Municipal pela disponibilização do Cineteatro de Rio Maior, palco desta comemoração da leitura e desta festa da palavra.
Os primeiros alunos a pisarem o palco foram os alunos António Silva e Pedro Siopa do 4.º G do Centro Escolar N.º 2 que leram o conto “Um pombo curioso” da coletânea Contos de um mundo com esperança, uma generosa contribuição de Ana Maria Magalhães e Isabel Calçada para a Amnistia Internacional.
Seguiu-se o teatro de fantoches “A cegonha e a tartaruga” realizado a partir do livro As três fábulas, também de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, e levado a cabo pelas alunas monitoras da BE do Centro Escolar N.º 2: Inês Ascenso, Inês Clemente, Carlota Gonçalves, Mafalda Correia e Leonor Fernandes. Um grande obrigada também à Educadora Lurdes Correia de cujas mãos saíram estes enternecedores fantoches.
Na sequência da leitura e exploração da obra Uma aventura na Quinta das Lágrimas nas aulas de Língua Portuguesa, a atuação seguinte foi da responsabilidade dos alunos do 5.º B que nos transportaram para Coimbra, a cidade onde todos somos poetas e que serviu de ninho de amor à paixão imortal de Pedro I e Inês de Castro.
Estes amores proibidos foram revividos por lindíssimos fantoches trajados à época. Numa aguarela medieval, a terceira parte da atuação culminou com uma feérica dança dos amantes marionetas que “só queriam ser felizes sem fazer mal a ninguém. O seu amor era total e tal paixão tornou-se lenda de alcance mundial.”
De louvar a dedicação e o empenho das Professoras Manuela Aranha e Paula Lourenço que tornaram possível este emocionante regresso ao passado. Agradecemos também a participação dos alunos Gonçalo Simões, Rui Araújo, Rúben Morgado, Rita Martins, Maria Barbosa, Francisca Tiago, Sara Miranda, Bárbara Marques, Diogo Antunes, Beatriz Santo, Francisco Cerveira e Isa Carvalho.
Seguiu-se depois o Concurso de Leitura “Aventura-te na Quinta das lágrimas” da responsabilidade da Biblioteca Escolar e que teve como destinatários as turmas do 7.º B, 7.º C, 7.º D e 7.º E. O júri foi composto pelas Professoras Sandrina Ribeiro e Cristina Santos. A dupla que se sagrou vencedora, composta pelos alunos Lucas Fonseca e Beatriz Silva do 7.º B, recebeu ainda um certificado de participação e um livro oferecido pela Biblioteca Escolar.
Sob orientação da Professora Cristina Santos, Ana Rita e Telmo Tinta do 7.º B procederam ainda respetivamente à leitura de um excerto de Uma aventura no Egito e de um poema de José Jorge Letria - “Esta Língua Portuguesa”. Ambas as leituras foram acompanhadas por Bruno Fernandes e Guilherme Martins à viola e por Maria Clara na flauta transversal. Deixamos aqui um aplauso fortíssimo ao aluno Lucas Fonseca, que para além da vitória obtida no Concurso de Leitura, cantou e acompanhou ao piano o tema musical de “Uma Aventura”, a cujo refrão a plateia não resistiu a juntar-se.
No posterior momento de interação com a Escritora, em que o tempo não foi suficiente para responder às infindáveis questões dos alunos, a escritora apresentou a sua última aventura literária - Uma Aventura no Sítio Errado -, cuja publicação terá lugar já no próximo dia 13 de março. Um dos primeiros exemplares deste excelente livro “para despertar ou aprofundar o gosto pela leitura, na escola ou em casa”, foi generosamente oferecido pela nossa convidada a um dos alunos do Agrupamento Vertical Fernando Casimiro Pereira da Silva. A Escritora deixou à Biblioteca Escolar a tarefa de encontrar esse aluno que simbolicamente representará todos, pelo que na Biblioteca Escolar da escola sede se deu já início ao sorteio do mesmo. Esse aluno ou essa aluna apenas terá que preencher uma ficha de candidatura e fazer figas para conhecer esta aventura em primeira mão.
A atividade terminou com a simpática intervenção da Ex.ª Sr.ª Vereadora da Educação, Dr.ª Sara Fragoso, que partilhou com os alunos algumas das suas memórias pessoais, nomeadamente o livro que a “agarrou à leitura”.
Este encontro com Ana Maria Magalhães pretendeu contribuir para o desenvolvimento dos hábitos de leitura dos mais jovens e foi, indubitavelmente, uma belíssima maneira de iniciar a 6.ª Edição da Semana da Leitura.
Obrigada, Dr.ª Ana Maria Magalhães!
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
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