segunda-feira, 8 de outubro de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
Invisível para os olhos
A Oficina começou pois com o visionamento de um Powerpoint sobre o inventor da escrita
em Braille: Louis Braille. Através deste PowerPoint
os alunos e alunas tiveram a oportunidade de conhecer a história do menino que
ficou conhecido por trazer a luz ao mundo da escuridão.
Num segundo momento, os alunos escutaram atentamente a
leitura de alguns dados sobre a vida deste génio feita pela nossa convidada,
podendo aperceber-se da velocidade com que os seus dedos liam pelo papel. Parece
inacreditável mas um cego
experiente pode ler duzentas palavras por minuto.
A seguir veio um pequeno jogo de
adivinhação: todos de olhos vendados, e por entre risadinhas, tocaram em objetos
e tentaram adivinhar em que consistiam, uma tarefa que se revelou menos fácil
do que parecia inicialmente.
Esta maravilhosa sessão terminou com a leitura
de um excerto de O
Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry
que os alunos escutaram sem pestanejar.
terça-feira, 15 de maio de 2012
LER ÀS ESCURAS
Algum tempo com uma pessoa invisual
Na passada sexta-feira, dia onze de Maio de 2012, foi uma senhora invisual à nossa Biblioteca Escolar. Ela começou a ficar cega gradualmente, ou seja ficou a ver cada vez menos até que ficou totalmente invisual. Quando isso aconteceu ela foi frequentar uma escola de Braille em Lisboa.
Braille é um abecedário inventado pelo francês Louis Braille, no século XIX, o qual permitia às pessoas privadas de visão conseguirem ler. A célula Braille é formada por seis pontos distribuídos em duas colunas de três pontos e existem mais de sessenta combinações para formar o abecedário e a pontuação. O pai de Louis Braille trabalhava com objetos cortantes e pontiagudos. Louis sonhava ser como o pai. Um dia Louis experimentou uma ferramenta e esta saltou-lhe das mãos e acertou-lhe no olho esquerdo causando uma infeção que alastrou para o olho direito ficando totalmente cego.
Como as letras ocupavam muitas páginas de livros e saía muito caro imprimi-los, resolveu inventar caracteres em relevo chamado Braille. Na Biblioteca Escolar ouvimos a D.ª Nazaré Pestana a contar-nos uma história em Braille. Fizemos também um jogo em que tínhamos de entregar o nome de alguém em braille à pessoa com esse nome. Fizemos um jogo em que tivemos de descobrir o que era algo com as mãos atrás das costas.
A Biblioteca Escolar e a Professora Sandra Pratas estão de parabéns, pois aprendemos muito sobre esta escrita e leitura e passamos a dar mais importância à nossa visão.
Alexandre Figueiredo 4º G do CE2
sexta-feira, 4 de maio de 2012
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