terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Concurso para a criação de um logótipo - até 22 de Fevereiro de 2013

Está em curso a formalização da criação da Rede de Bibliotecas do Concelho de Rio Maior, cujo protocolo de cooperação deverá ser assinado brevemente pelos diretores dos parceiros aderentes. A rede concelhia deverá ter uma imagem institucional e uma plataforma digital em linha, com informação diversa e com o catálogo coletivo dos fundos documentais disponíveis.
 
Para associar a esta estrutura um logótipo, a Rede Concelhia lançou um concurso público aberto a todos os interessados e cujo prazo de entrega dos trabalhos, termina no dia 22 de fevereiro de 2013.
 
Relembramos que ao melhor trabalho será atribuído prémio constituído por 4 entradas na Feira das Tasquinhas de Rio Maior e por um vale de compras no valor de 100 €, na papelaria Feti, em Rio Maior.

Consultem aqui o Regulamento.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Os sete magníficos!

Um especial agradecimento aos monitores do Centro Escolar N.º 2 pela sua colaboração sobretudo na organização e no apoio aos utilizadores da BE.


domingo, 16 de dezembro de 2012

TOP Leitor e TOP Livros - 1.º Período 2012 / 2013

Acender um sonho!

Nos dias cinco e treze de dezembro de 2012, seis turmas do primeiro ciclo do Centro Escolar Poeta Ruy Belo e do Centro Escolar N.º 2 brincaram com fósforos na Biblioteca ...

Acalmem-se os nossos leitores, pois os fósforos que estiveram nas mãos dos nossos alunos não continham pólvora mas o poder extraordinário de deixar atrás de si uma esteira de poeira luminosa apenas visível no coração imaculado das crianças e apenas nesta época mágica do ano.

Com o objectivo explícito de levar os alunos a experimentar um espetro vasto de emoções e sentimentos como a comoção e a empatia e despertá-los para problemáticas de grande acuidade social tais como a pobreza, a desestruturação no seio familiar ou a exclusão social, foram dinamizadas várias sessões de promoção do livro e da leitura intituladas: “Natal na Biblioteca".
 
A obra escolhida foi a muito comovente história de "A menina dos fósforos" do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, tendo a mesma servido de ponte para uma reflexão conjunta do que podemos fazer, enquanto cidadãos, para evitar a pobreza, a indiferença pelo sofrimento do outro e combater outras chagas sociais.
No final da narração os alunos foram convidados a riscar um fósforo e a acender um sonho ou a visão de um mundo melhor. As visões que assombraram os nossos pequenos leitores foram no mínimo surpreendentes. Enquanto muitos se viam a enfeitar uma lindíssima árvore de Natal na companhia de familiares, outros vislumbraram cenas mais inusitadas. Houve alunos que, de olhos fechados e fósforo encostado à cabeça, conseguiram ouvir o clamor da multidão a chamar por eles enquanto marcavam golo no maior estádio do mundo. Um outro aluno sentia-se voar por cima de um campo de flores infinito onde estavam muitas crianças a rir.
 
Num mundo que a par da perda progressiva dos bens materiais assiste a um declínio de valores morais, e onde se torna cada vez mais difícil sonhar, contamos com as crianças para ensinarem aos mais velhos que nós não somos o que possuímos, apenas possuimos o que somos!
Independentemente das nossas origens, dos bens que acumulámos, apenas valores imateriais nos podem definir enquanto pessoas. 
Se tivermos de caminhar descalços sobre a neve, recordemos as riquezas das quais nada nem ninguém jamais nos poderão expoliar: a nobreza da alma, a honestidade dos sentimentos e, acima de tudo, a força do espírito!
 
Feliz Natal meninos e meninas! Nunca se esqueçam de sonhar, e se um dia mais tarde, quando já não acreditarem em fósforos mágicos, tiverem dificuldade em fazê-lo, releiam esta história com final trágico mas capaz de inundar com poesia o nosso imaginário.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Cair no Infinito- The flying Books of Mr. Lessmore

No dia 29 de outubro e ainda a propósito das comemorações do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, os alunos do 4.º G do Centro Escolar N.º 2 foram convidados pela BE a aventurarem-se pelos caminhos inusitados da leitura através do visionamento do filme The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore.

Este maravilhos filme de animação, que teve como fontes de inspiração o furação Katrina, Buster Keaton, O Feiticeiro de Oz, e claro o amor pelos livros, é uma criação dos galardoados autores William Joyce e Brandon Oldenburg, e constitui uma poética e confrangedora alegoria sobre os poderes curativos da leitura.
 
Vencedor de um Oscar em 2012, usa uma grande variedade de técnicas de animação (miniaturas, animação computorizada, animação em 2D) num estilo híbrido que nos transporta para o cinema mudo e o musicais technicolor da MGM.

Simultaneamente antiquado e inovador, o filme ilustra a capacidade de o ser humano se elevar e se transcender através dos livros que poisam nas nossas vidas e enriquecem a partitura da nossa existência.
Leiam aqui os melhores interpretações deste hino à leitura.
 
Levar os livros pela mão
Era uma vez um senhor chamado Lessmore. Ele era escritor mas passado algum tempo veio uma ventania que levou casas e pessoas e espalhou as letras doo livro que o Sr. Lessmore andava a escrever.
O Sr. Lessmore foi parar a outro mundo. Ele foi parar a um sítio onde apareceu a antiga bibliotecária que lhe deu um livro. Esse livro levou-o a uma biblioteca onde havia livros que voavam e tocavam piano. No final do dia ele foi-se deitar num livro. De manhã, os livros acordaram-no, vestiram-lhe o casaco e a camisola. De seguida ele deu cereais de letras aos livros. O livro levou o Sr. Lessmore a um livro doente. Aí o Sr. Lessmore tornou-se médico de livros e logo a seguir ele foi para o laboratório onde o livro ajudante lhe disse para começar a ler o livro doente. Ele foi lendo o livro e o livro foi ficando melhor até que ressuscitou.
Ele ficou bibliotecário e as pessoas começaram a ir buscar livros à sua biblioteca e a levá-los pela mão. Quando O Sr. Lessmore ficou idoso e acabou a sua carreira, os livros puseram-no mais novo e levaram-no para o céu.
José Pedro Henriques da Luz – 4.º G
Os livros fazem-nos voar
Era uma vez um Sr. chamado Lessmore e que era escritor. Um dia houve um furacão e os livros ficaram sem letras nenhumas, as casas viradas do avesso, e as coisas desorganizadas. Ele ia a andar na rua quando viu uma fada dos livros e lhe deu um. Esse livro levou-o a uma casa dos livros – biblioteca- e o Sr. Lessmore ficou a viver lá e dormia em cima de um livro.
Um livro velho, quase despedaçado, ao tentar voar, ficou sem folhas. Então ele fez a sua recuperação. Ele passou a cuidar dos livros todos os dias como um pai.
Passado algum tempo ele começou a ser bibliotecário e as pessoas começaram a requisitar livros. E ele, também passado algum tempo, acabou de escrever o seu livro. Já era idoso e morreu mas os livros deram-lhe a vida infinita na parede da biblioteca. A história recomeça quando uma menina vai de novo à casa dos livros.
Os livros são mágicos, fazem-nos voar. Essa é a mensagem da história.
João Esteves – 4.º G
O céu dos livros
 
Era uma vez um senhor escritor chamado Morris Lessmore. Ele estava um dia sentado na sua varanda a escrever livros quando chegou uma enorme tempestade e destruiu a sua cidade.
Depois da tempestade ele foi passear pela cidade destruída onde encontrou um anjo dos livros a voar. Um livro chegou ao pé do Senhor escritor e disse-lhe para partir com ele. Quando Lessmore chegou onde o livro o mandara, entrou numa biblioteca e encontrou milhares de livros.
Depois de alguns anos o Senhor Escritor passou a ser bibliotecário e foi ficando idoso, e tal como o outro anjo, foi para o céu dos livros. Chegou depois uma menina e aconteceu-lhe exatamente o mesmo.
Moral da história: o que há nos livros pode sempre ser realidade.
Laura Rebelo Lourenço 4.º G
Um Pai para os livros
O senhor Morris Lessmore era um escritor mas, de repente, apareceu um ciclone e ele foi parar a um mundo desconhecido onde tudo o que lá havia de pessoas que não liam livros eram a preto e branco.
O senhor Morris Lessmore encontrou então um amigável personagem que o conduziu até uma biblioteca de livros voadores onde encontrou um livro danificado e tornou-se numa espécie de médico dos livros. Ele tentou tudo o que podia até que o amigável personagem lhe disse para ler o livro estragado e esse livro ficou como novo.
Ele no resto dos dias era como um pai para os livros e então ficou a envelhecer e a envelhecer, e quando acabou de escrever a sua biografia, os livros deram-lhe a eternidade.
Moral da história: Na tua imaginação tudo é possível.
João Cordeiro – 4.º G
O Deus dos Livros
Tudo começou com um homem que estava a habitar num hotel. De repente veio uma tempestade que acabou por levar o homem que se chamava Lessmore. Ele estava a escrever um livro mas como o vento era muito forte, levou-lhe as letras e o livro também voou.
O Lessmore foi atrás do livro enquanto voava e o livro foi parar a uma casa onde o Lessmore o foi buscar. Quando a tempestade acalmou, a casa caiu no chão e o Lessmore também porque a porta da casa se abriu.
O homem foi para outra dimensão e foi parar a uma biblioteca onde havia livros vivos e o Lessmore ficou amigo deles.
Lessmore, naquela biblioteca teve várias profissões que foram médico dos livros, bibliotecário e escritor. Ele gostava dos livros como os livros dele.
À medida que foi trabalhando naquela biblioteca foi envelhecendo. Quando chegou ao seu ponto de velhice, os livros puseram-no novo e tornaram-no num deus dos livros.
E depois veio uma menina para ficar com o cargo do Sr. Lessmore.
Alexandre Romanov Agostinho – 4.º G
Os livros ganham vida
Era uma vez um senhor que se chamava Morris Lessmore que estava na varanda de um hotel a escrever no seu livro. Entretanto veio um furacão que levou tudo para longe. Tudo começou a voar e os livros do Senhor Lessmore voaram para muito longe.
Logo a seguir ao furacão aterrou num lugar onde as pessoas estavam a preto e branco. Ele pegou no seu livro que tinha perdido todas as suas frases e na sua bengala, e quando estava a passear por aquele lugar encontrou uma menina que estava a voar com livros e lhe deu um dos seus livros.
O livro mandou-o seguir até que chegaram a uma biblioteca onde havia livros a voar. O livro amigo do Sr. Lessmore tocou uma música e eles dançaram.
O Sr. Lessmore começou a cuidar dos livros. Até leu um livro que estava a desfazer-se e o livro ganhou vida. Entretanto foi ficando idoso e acabou a história do seu livro. Os livros voadores fizeram-no ficar mais novo e ele voou como a menina que voava com livros.
Foi então uma menina à Biblioteca e ela começou a viver e a conhecer a história daquela Biblioteca.
Eu aprendi que os livros ganham vida!
Thamyres Azevedo 4.º G
 A fada dos livros
Era uma vez um homem chamado Lessmore. Ele era leitor de grandes textos. Ele estava num hotel quando de repente veio um furacão gigante e o furacão levou tudo pelos ares. Abriu-se um buraco negro e levou tudo para outro mundo, o mundo dos livros.
Aí ele foi procurando pessoas até que encontrou uma fada dos livros. Ela deixou com ele um livro voador. O livro levou-o a uma biblioteca onde havia livros vivos. Eles andavam e voavam. Os livros ensinaram-lhe a vida da fada dos livros e ele lá foi aprendendo, até que um dia de manhã ele encontrou um livro que estava meio morto. Então ele fez de médico e salvou-o. Ele foi dando livros às pessoas até ficar muito velho mas os livros fizeram-no novo. Quando ele se foi embora veio logo outra menina e tudo voltou ao princípio.
João Nunes 4.º G